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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Lost Chega ao Fim

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"Lost" acabou, tanto nos EUA quanto no Brasil, onde seu último episódio foi exibido na noite de ontem pelo AXN. Quem acompanha a série pela TV aberta, terá de esperar a boa vontade da Globo, ou então o lançamento da sexta temporada em DVD, prometida para o final do ano. Com o fim de "Lost", encerra-se também a década para a televisão americana, período marcado pela forte presença dos reality shows na programação televisiva e sua consequente influência.

A série mais badalada da década surgiu pela influência desse tipo de programa na narrativa seriada. "Survivor" foi uma produção que estreou na rede CBS em 31 de maio de 2000, na qual temos pessoas isoladas em um local remoto tentando sobreviver. Dividido entre duas equipes, chamadas de tribos, os participantes são submetidos a testes criados pela produção, que levam as equipes a competirem entre si. O grupo que perde a prova do episódio da semana, vota na eliminação de um de seus membros. Ao restarem dez participantes, forma-se uma única equipe que segue a regra 'cada um por si'. O vencedor vai para casa rico.

Foto de elenco da 1ª temporada

O programa fez sucesso instantâneo, ganhando várias versões estrangeiras e paródias, tornando-se parte da cultura popular. Um ano antes da estreia do programa, teve início a produção de um filme estrelado por Tom Hanks chamado "O Naufrago/Cast Away", no qual temos um personagem que sofre um acidente aéreo, ficando perdido em uma ilha, sozinho, durante quatro anos. O filme foi lançado em dezembro de 2000, oito meses após a estreia estrondosa de "Survivor".

Embora a rede ABC aponte "O Náufrago" como referência direta para a criação de "Lost", não há dúvidas de que o reality show "Survivor" tenha sido o verdadeiro responsável. Seu sucesso pela emissora concorrente, a CBS, era uma ameaça a qualquer tipo de programa ou série exibida nos demais canais. "Survivor" foi o responsável direto pelo o surgimento de todos os reality shows dessa década, os quais desbancaram a programação seriada na TV americana. Poderíamos até dizer que o próprio filme estrelado e produzido por Tom Hanks, se beneficiou com o sucesso conquistado pelo reality show.

Foto de elenco da 2ª temporada

Em 2003, Lloyd Braun, um dos diretores da ABC, decidiu produzir uma série de TV tendo como referência o filme "O Náufrago", chegando a batizar o projeto de "Cast Away - The Series", o qual foi entregue à Ted Gold, da produtora de Aaron Spelling, a Spelling Productions. Gold contratou Jeffrey Lieber para desenvolver o roteiro e o conceito geral da série. A idéia original era desenvolver uma trama na qual fosse apresentada as tentativas de sobreviver em uma ilha deserta. Lieber teria utilizado como referência o filme "O Senhor das Moscas", o qual teve como base o livro de William Golding. Batizado de "Nowhere", o projeto foi apresentado à ABC, que encomendou o roteiro do episódio piloto.

Mas, Lieber não conseguiu entregar um roteiro que pudesse satisfazer os interesses da ABC, que o dispensou, contratando J. J. Abrams, de "Alias - Codinome Perigo", e  Damon Lindelof, de "Nash Bridges",  para reescrever o piloto. A dupla teria alterado completamente o conceito desenvolvido originalmente, fazendo surgir o projeto e o roteiro de um piloto batizado de "Lost". Após mover um processo junto ao Sindicato dos Roteiristas, através do qual apontou similaridades entre seu projeto e o de "Lost", Lieber conseguiu ter seu nome incluído nos créditos, como um dos responsáveis pela série. 

Foto de elenco da 3ª temporada

A principal diferença entre os dois projetos, o de Lieber e o da dupla Abrams-Lindelof, estava na abordagem fantástica e de mistério, transformando a ilha em personagem principal na qual ocorrem situações sem uma explicação racional aparente. Assim, além de sobreviver a um acidente aéreo, os personagens teriam que enfrentar perigos e desafios originados da própria ilha (criados semanalmente pelos produtores/roteiristas), na qual se faria presente uma outra 'equipe' de participantes, que já teria eliminado a 'equipe' que anteriormente vivia na ilha.

Em 2009, a produção de "Lost" sofreu um novo processo, dessa vez de plágio, movido pelo produtor Anthony Spinner, responsável pela série clássica "Os Invasores", produção que serviu de inspiração para "Arquivo X". Ainda não há informações concretas sobre o adamento do processo. Confira maiores detalhes sobre o caso aqui.


Foto de elenco da 4ª temporada

A primeira temporada ganhou a encomenda de 12 episódios iniciais, entrando em produção sem a presença de Abrams, que na época estava ocupado com o filme "Missão Impossível: III". Para auxiliar Lindelof, foi contratado o produtor Carlton Cuse, criador das séries "Nash Bridges" e "Martial Law", que entrou para a equipe durante a produção do episódio nove. Apesar da fama de Abrams como co-autor e produtor da série, ele, de fato, tem pouco a ver com o desenvolvimento de "Lost" a partir do 13º episódio da primeira temporada. Afastado da produção em função de seus demais projetos, Abrams manteve os créditos de produtor executivo, mas o show foi comandado pela dupla Lindelof-Cuse até o último episódio.

O piloto de "Lost" foi previamente exibido durante a Comic Con de 2004, conquistando de imediato o público presente. A receptividade da série no evento, influenciou os demais canais a utilizarem a convenção para apresentarem seus novos projetos e temporadas, elevando, assim, o número de produções seriadas presentes nesse evento, o qual é realizado em San Diego desde os anos 70.

 Foto de elenco da 5ª temporada

A exibição do episódio piloto pela ABC conquistou uma média de 18 milhões de telespectadores, fechando a temporada com uma média de 15.7 milhões. Renovada para uma segunda, a série registrou a média de 15.5 milhões de telespectadores, chegando à terceira com uma média de 15 milhões. Esta foi a última temporada a apresentar estabilidade na audiência. Foi justamente nessa temporada que os produtores apresentaram a história de Paulo (Rodrigo Santoro) e Nikki (Kiele Sanchez), a qual se tornou a maior falha da série, reconhecida tanto por eles quanto pelos fãs.

A série não conseguiria resgatar a audiência perdida, mesmo apresentando uma quarta temporada diferenciada das anteriores, na qual temos o resgate de alguns personagens que passam a viver novamente em sociedade. A temporada registrou uma média de 13.4 milhões de telespectadores, sendo composta de apenas 14 episódios, em função da greve de roteiristas ocorrida no período. A quinta temporada sofreu uma queda ainda maior, registrando uma média de 11 milhões de telespectadores. A série chegaria à sexta com 12 milhões assistindo ao primeiro episódio e cerca de 13 milhões acompanhando ao vivo o último episódio de "Lost".

Foto de elenco da 6ª temporada

A série teve maior estabilidade pela Internet, veículo utilizado pelos produtores, canal e fãs para disseminar o conteúdo desenvolvido, trazendo novas informações sobre personagens e situações, bem como disponibilizando referências paralelas. A utilização de novas mídias teve início na década de 90, com séries como "Arquivo X", "Xena, a Princesa Guerreira" e "Buffy, a Caça-Vampiros", sendo que "Homicide: Life on the Street", foi a primeira série a ganhar uma webserie paralela, em 1997, a qual chegou a ter um episódio crossover com a produção da TV. Ao entrar no Século XXI, a Fox investiu pesado nas ações paralelas das novas mídias e ferramentas que surgiram na Internet, através da série "24 Horas", embora "Lost" tenha ganho na proporção.

A série explorou vários elementos pré-utlizados na TV, tendo como principais referências (generalizadas) a série inglesa "O Prisioneiro", passando pela sitcom "A Ilha dos Birutas", o drama de curta duração "The New People", criado por Rod Serling no final dos anos 60; utilizando elementos narrativos explorados por "Kung Fu" e "Viagem Fantástica/The Fantastic Journey", ambas dos anos 70; tendo como referência direta "Twin Peaks", chegando ao reality show mencionado no início da postagem.


Ao longo de sua produção, os roteiristas criaram uma centena de situações misteriosas, com o intuito de prolongar a trama, o mistério que envolvia a ilha e o interesse do público pela história. Uma série, para gerar lucro sem custo, precisa ter uma média de 100 episódios produzidos, o que equivale a cinco temporadas. Esses episódios são então oferecidos em pacote às reprises, de onde sai o lucro dos produtores e de atores que têm estabelecido em contrato percentagens na venda da série. "Lost" fechou sua produção com 121 episódios.

Seu principal trunfo é a narrativa não linear. Apresentar a mesma trama com os mesmos mistérios, em uma narrativa linear teria matado a série logo no início, provavelmente na terceira temporada, pois dificilmente os produtores conseguiriam manter o interesse de um grande público por tanto tempo, seguindo uma narrativa tradicional. Primeiro com flashbacks, depois com flashforward, encerrando com flashsideways, que no final revelaram ser flashforwards (o futuro dos personagens após a morte), a série manteve seu frescor por seis temporadas.  


Era humanamente impossível oferecer respostas práticas a todas as dúvidas, grandes ou pequenas, levantadas ao longo da série. Mesmo porque, muitas delas podem ter sido incluídas apenas como signos interpretativos, sem intenção de uma explicação racional. Assim sendo, no último episódio, os roteiristas trocaram a história pelos personagens. Nunca tiveram, de fato, a intenção de oferecer respostas que pudessem contentar a maioria. Assim, os roteiristas e produtores optaram em responder algumas dúvidas acerca dos personagens (situações e relações), dando aos fãs, a quem eles sempre agradeceram pela companhia, uma despedida sentimental.

Mesmo no final, "Lost" apresentou referências com o último episódio de "Contratempos/Quantum Leap", outra série que, junto com "O Prisioneiro" e "Twin Peaks", deixou um ponto de interrogação na cabeça dos fãs: Sam Beckett (Scott Bakula) estava ou não no limbo?


Abaixo, video apresentado no programa de Jimmy Kimmel, exibido logo após o último episódio de "Lost", no qual temos algumas esquetes humorísticas nas quais vemos as tentativas da dupla Lindelof e Cuse em descobrir a melhor forma de encerrar "Lost". Na primeira, temos Jeff Probst, apresentador do reality "Survivor", eliminando mais um participante de "Lost"; na segunda, temos um final que faz referência à última cena de "A Família Soprano".

Na terceira, temos a presença especial de Bob Newhart, em referência ao último episódio de sua sitcom "Newhart", o qual entrou para a história da televisão como uma das melhores ideias de como encerrar uma série. Anteriormente, Newhart tinha estrelado com sucesso a sitcom "The Bob Newhart Show", na qual interpretara o Dr. Bob Hartley.

Pois no último episódio de "Newhart", na qual o ator interpretava um autor de livros, o personagem leva uma pancada na cabeça; na cena seguinte, vemos o Dr. Bob Hartley (Bob Newhart) acordar, virar-se para sua esposa Emily (a falecida Suzanne Pleshette que não estava no elenco de "Newhart") e dizer para ela: "Tive um sonho estranho", revelando que toda a série "Newhart" não passara de um sonho do personagem de "The Bob Newhart Show".

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Monk dá Adeus ao Público (com adendo)

Esta noite a TV americana exibe o último episódio da série "Monk", produção que estreou em 2002 e ficou em "cartaz" por oito anos. Exibida originalmente pelo USA Networks, no Brasil ela é vista pelos fãs através do canal a cabo Universal. A série também passou pela Rede Record e já saiu em DVD, sendo que a última temporada está prevista para chegar às lojas entre fevereiro e março de 2010 (confira nossa lista de lançamentos).

Sofrendo de fobias, a série "Monk" traz um detetive que era da polícia até sua esposa ser morta. A partir de então ele intensificou suas manias compulsivas a ponto de ter que se afastar do trabalho. Mas Monk tem uma incrível capacidade de dedução, o que o leva a ser chamado como assistente em vários casos policiais, além de atuar como detetive particular.

A série surgiu da idéia de David Hoberman, da rede ABC, de ter um programa estrelado por um personagem ao estilo do Inspetor Closeau. Era para ser estrelada por Michael Richards, o Kramer de "Seinfeld", que recusou a oferta. Andy Breckman entrou na história para desenvolver melhor o projeto. Fã de Sherlock Holmes e "Columbo", Breckman criou "Monk". Mas sem Richards na série, a ABC resolveu não apostar no programa e muito embora fosse produzida pela ABC Studios, o canal abriu mão da série. Oferecida ao USA Networks, que pertence à NBC Universal, "Monk" se tornou uma das primeiras séries originais a ser exibida pelo canal a cabo.

Até então este canal dedicava-se a reprisar séries geralmente produzidas pela NBC, como "Lei & Ordem", por exemplo. Com a chegada de "Monk" e seu repentino sucesso, o canal decidiu investir na produção de séries próprias, tornando-se famoso como um canal a cabo produzindo séries leves típicas da programação da TV aberta. Assim, "Monk" abriu as portas para séries como "Burn Notice", "Psych", "White Collar", "Royal Pains" e "In Plain Sight", entre outras.

Em meio a sucessos da época como "Sex and the City", "A Família Soprano", "A Sete Palmos", e "The Shield", a série "Monk" conseguiu se destacar na programação da TV a cabo, levando a ABC a negociar reprises da série em sua grade. Voltada para toda a família, "Monk" resgatou elementos perpetuados pelas séries clássicas do gênero. Seu sucesso provou que um programa original da TV a cabo não precisava, necessariamente, trazer a intensidade de roteiros e personagens que estavam sendo desenvolvidos por canais como HBO e Showtime.

Com certeza não foi fácil escolher um ator que pudesse retratar o personagem imaginado originalmente para Michael Richards. Vários nomes foram cotados, entre eles Dave Foley, de "Newsradio", John Ritter, de "8 Simple Rules", Henry Winkler, de "Happy Days", Stanley Tucci, de "Crime em 1º Grau", Alfred Molina e Tony Shalhoub.

Sharona e Natalie

O três últimos ficaram na disputa final pelo personagem, sendo que Shalhoub ganhou o papel porque os outros dois, Tucci e Molina, já estavam com a agenda cheia. Com receio de ficar preso à uma série e à um personagem, Shalhoub só aceitou interpretar Monk mediante um contrato de curta duração. Mas, depois que a série fez sucesso e as indicações a prêmios começaram a aparecer, ele aceitou contratos mais longos e acabou ficando por oito anos.

Em 2005 a série sofreu a perda de uma de suas personagens principais. Sharona, assistente de Monk, decide voltar com o ex-marido, com quem ela e seu filho vão morar em New Jersey. A saída da personagem se deve à disputa de contrato entre os produtores e a atriz, Bitty Schram. Sem conseguirem chegar a um consenso, Schram deixou a série, sendo substituída por Traylor Howard, intérprete de Natalie Teeger, nova assistente de Monk. No entanto, Schram retornou em participação especial na quinta temporada da série.

Stamley Kamel, Traylor Howard e Tony Shalhoub

Outra perda sentida foi a do Dr. Charles Kroger, que embora não aparecesse em todos os episódios, era um personagem essencial para a trama. Monk precisou trocar de psiquiatra em função da inesperada morte do ator Stamley Kamel, que faleceu em 2008 vítima de uma parada cardíaca. Em seu lugar entrou Hector Elizondo, que interpreta o Dr. Nevem Bell.

Ao longo da série foram inúmeras as participações especiais que ficaram na lembrança dos fãs, tanto de atores como de personagens, como o irmão de Monk, Ambrose (John Turturro); Dale Biederbeck, arqui-inimigo de Monk, intepretado por três atores, Adam Arkin, Tim Curry e Ray Porter; ou Harold Krenshaw (Tim Bagley), outro rival de Monk, mas desta vez como paciente do Dr. Kroger.

Comemoração do 100º episódio

Em agosto de 2009, já tendo sido divulgado o final da série para dezembro, o canal USA lançou uma spinoff na Internet com 10 websódios de "Little Monk", que apresenta a infância de Adrian e seu irmão Ambrose Monk. Agora, a série chega ao fim após oito temporadas e 125 episódios. Na história final, Monk finalmente descobre a verdade sobre a morte de sua esposa.

Exibida no Brasil pelo canal a cabo Universal em sua versão original, a série chegou à TV aberta via Rede Record, na qual ganhou uma dublagem brasileira. Feita pela Herbert Richers, com tradução de Cláudio Sarmento Conilho e direção de Hélio Ribeiro, a série teve as vozes de Hamilton Ricardo (Monk), Carla Pompillo (Sharona), Luiz Carlos Persy (Capitão Stottlemeyer), Alexandre moreno (Tenente Disher) e Charles Emmanuel (Benjy). Esta dublagem está disponível nos DVDs.

Com o fim da série o ator Tony Shalhoub já está se envolvendo em um novo projeto. Trata-se de uma peça de teatro na qual irá estrelar ao lado de sua esposa a atriz Brooke Adams (que teve participação na série). Curiosamente, a peça "Lend Me a Tenor" será dirigida por Stanley Tucci, com estréia prevista para abril de 2010 em Nova York.

Adendo: o canal USA exibiu uma maratona da série no último domingo, antecedendo o final de "Monk". Durante a maratona, mais de 25 mil fãs enviaram mensagens de despedida à série, somando uma média de 33 mil mensagens. Algumas chegaram a aparecer no rodapé da tela da TV durante a exibição dos episódios graças ao sistema Text-to-TV, existente nos EUA. Já o último episódio gerou manifestações de fãs no Twitter, colocando "Monk" em destaque entre os temas mais discutidos no microblog.

Confira abaixo comercial especialmente produzido pelo USA para a despedida de "Monk", e reveja um video divulgado em julho deste ano no qual os demais personagens das séries do canal comentam o que acham de Monk.



domingo, 14 de junho de 2009

Atualização de Séries e Elenco

Reiko Aylesworth e o logo
de
abertura da novela "O Rebu"

Stargate Universe - A atriz Reiko Aylesworth, de "24 Horas" e vista recentemente em "Lost", terá participação no episódio nove que tem o título de "Life". Ela irá interpretar Sharon, companheira de Camille Wray. Também neste episódio estarão Sarah Smyth, de "Durham County", como Annie Balic, e Jennifer Spence, como Dra. Linda Park, personagem que surgiu no piloto e acabou se tornando semi-regular. A série estréia nos EUA em outubro. Recentemente, a atriz Reiko Aylesworth estrelou o piloto de "The Forgotten", que foi transformado em série de TV pela ABC. Mas, a atriz será substituída na produção dos episódios.

Hannah Montana - Em entrevista ao Access Hollywood, o ator Billy Ray Cyrus, pai de Miley Cyrus, na série e na vida real, revelou que a produção deverá encerrar com a quarta temporada, que terá 11 episódos e está prevista para ser exibida em 2010. O fim da série foi um pedido de Miley Cyrus ao renovar seu contrato. Os atores acabaram de filmar os episódios da terceira temporada e deverão iniciar as filmagens da próxima a partir do final de janeiro até meados de junho.

Extras e The Office - A BBC prepara dois documentários de três horas e meia de duração cada com previsão de exibição entre julho e agosto.Os documentários terão Com a inclusão de cenas cortadas, bastidores, entrevistas e uma relação de atores convidados especiais, além de depoimentos de celebridades que são fãs das produções de Ricky Gervais. Lembrando que a Livraria Cultura irá lançar com exclusividade em DVD e um único Box as duas temporadas da série inglesa "The Office", prevista para o dia 3 de julho.

House - Um estudo realizado pelo Eurodata TV Worldwide revelou que a produção é a série dramática mais vista na Europa e nos EUA em 2008. "House" conquistou 81.8 milhões de telespectadores em 66 países onde foi exibida, desbancando "CSI", de 2007, e "CSI: Miami", de 2006. Já na área da comédia, "Desperate Housewives" ficou com o título pelo segundo ano seguido, conquistando 65.3 milhões de telespectadores. A América Latina, a África e a Ásia não entraram na pesquisa. O resultado foi divulgado no final do Festival de Televisão de Monte Carlo. Este resultado costuma ser anualmente o "juri" da escolha de melhor série dramática e cômica - escolha popular, da competição. Em função do resultado, ambas as séries receberam o Golden Nymph Award oferecido pelo Festival.

O Rebu - A rede Globo estuda a possibilidade de produzir um remake da novela mas agora no formato série de TV pelas mãos de Carlos Lombardi. Se produzido, o remake terá 12 episódios com o objetivo de conquistar o mercado internacional. Exibida entre 1974 e 1975 a novela de Bráulio Pedroso se estendeu por 132 capitulos narrando uma trama que ocorreu em dois dias. Sem respeitar uma ordem cronológica a ação da trama foi dividida entre o presente e o passado, à lá "Lost". Na história, um milionário organiza uma festa para recepcionar sua prima italiana. Durante o evento ocorre um assassinato. A polícia chega para investigar e a trama passa então a dividir o tempo entre as investigações e a história de cada personagem e o que os levou a ir a festa. O público só descobre quem é o assassino e quem é a vítima no último capitulo.

Law & Order: SVU - O canal Universal volta a exibir episódios inéditos da série a partir do dia 16 de junho, terça-feira, às 23h.

Chuck - A segunda temporada estréia hoje, dia 14 de junho, às 19h pela Warner.

Torchwood - Russell T. Davis divulgou à mídia britânica na última sexta-feira que a produção de uma quarta temporada da série está pronta para iniciar, apenas esperando o sinal verde da BBC. Esta, por sua vez, somente decidirá o futuro da série após avaliar a audiência da terceira temporada composta por 5 episódios sob o título de "Children of Earth". Nenhuma informação se os atores John Barrowman e Eve Myles pretendem continuar no elenco.

TV Digital - Os EUA realizou a transição da transmissão analógica para a digital nesta última sexta-feira, dia 12 de junho. Ao todo, 971 transmissoras pararam de transmitir pelo sistema analógico obrigando os telespectadores que ainda não tinham uma assinatura de TV a cabo ou por satélite a instalarem caixas conversoras para conseguir captar as imagens em digital. Alguns problemas foram sentidos em áreas mais remotas, que perderam o sinal de alguns canais. O FCC, órgão que regulamenta a televisão nos EUA, divulgou que cerca de 30% dos chamados recebidos relacionavam-se à instruções de como operar as caixas dos decodificadores e mais de 20% dos chamados relacionava-se a problemas de recepção. Segundo o FCC, cerca de 3 milhões de residências não estavam preparadas para a mudança do analógico para o digital, muitas das quais perderam o sinal de vários canais.

Estadão, O Globo, FCC, Access Hollywood
Denofgeek, EW, Gateworld, TVFest, AFP.

domingo, 31 de agosto de 2008

The Flight of the Conchords Encerra com a 2ª Temporada

Flight of the Conchords

A produção da HBO "The Flight of the Conchords" terá mais dez episódios antes de encerrar com um total de 22 episódios e duas temporadas. Criada por James Bobin, Jemaine Clement e Bret McKenzie, a série surgiu em 2004 com um programa de rádio para a BBC2. Em 2007 a HBO apostou no formato e trouxe a dupla de cantores, Clement e McKenzie, para a televisão.

A premissa da série é simples: dois compositores e intérpretes buscam uma forma de se tornarem um sucesso no meio musical. Para tanto, saem da Nova Zelândia e mudam-se para Nova York. Neste meio tempo, vivem as dificuldades do dia-a-dia. A dupla Jemaine Clement e Bret McKenzie, interpretavam eles mesmos, mesclando a narrativa dramática com as interpretações de suas canções.

Os Monkees

Parece familiar? E é! "The Flight of the Conchords" é, nada mais, nada menos, que uma releitura da série "Os Monkees" produzida entre 1966 e 1968, e que provocaria, embora tardiamente, uma revolução na TV americana. Tardia porque a linguagem nonsense proposta por "Os Monkees" somente foi explorada a partir dos anos 80 quando "A Gata e o Rato" resgatou a idéia e reaproveitou, inclusive, sugestões de roteiros, como por exemplo o episódio de Shakespeare (na série dos anos 60, eles fizeram uma história satirizando os contos de fadas). Também tardia porque a linguagem do videoclipe introduzida com a série somente foi melhor explorada com a chegada da MTV.

Na produção dos anos 60, temos um grupo de rock ´n´ roll, conhecido como "Os Monkees" que luta para conseguir uma chance de fazer sucesso com sua música. Neste meio tempo, vive as dificuldades do dia-a-dia.


Em ambas as séries, as músicas foram mescladas na narrativa e estimularam o público a comprar os discos/CDs, bem como a assistir aos shows. Embora em "The Flight of the Conchords" temos uma dupla de compositores que fizeram suas próprias músicas, em "Os Monkees", as músicas eram compostas para os integrantes no qual, apenas dois eram realmente músicos.

Os motivos apresentados pela dupla à revista "Q" da Nova Zelândia para encerrar a produção da série, foi o fato de encontrarem dificuldades para compôr novas canções para fazerem parte de novos episódios. A primeira temporada apresentou músicas já compostas anteriormente pela dupla.

terça-feira, 10 de junho de 2008

The Shield Terá Final com 7ª Temporada


Após um ano e três meses de espera os fãs de "The Shield" terão uma finalização da série. O canal FX americano marcou a data de 2 de setembro para estrear o primeiro episódio da sétima e última temporada desta produção. A história ficou em aberto com Shane (Walton Goggins) envolvendo-se com a gangue de armênios, principais opositores da guangue do policial Vic (Michael Chiklis).

A greve dos roteiristas interrompeu a produção da sétima temporada, mas apesar do fim da paralisação, o canal FX ainda não tinha dado o sinal verde para seu retorno. O mesmo aconteceu com "Dirt" e "The Riches". A primeira, já selou seu destino, foi cancelada, a segunda, ainda está em a ver.

"The Shield", sobre uma equipe de elite da polícia que atua nos dois lados da lei, foi aclamada pela crítica americana, tendo recebido vários prêmios. No Brasil, é exibida pelo canal AXN e já teve suas três primeiras temporadas lançadas em DVD no Brasil, a quarta está a caminho, a qual conta com a participação da atriz Glenn Close, atualmente estrelando sua própria série, "Damages".

quinta-feira, 13 de março de 2008

The L Word Chega ao Fim


"The L Word" foi renovada para uma sexta temporada, a qual deverá dar um final à série. A temporada terá oito episódios os quais serão exibidos em 2009 no canal Showtime americano. A série retrata o dia-a-dia e as relações de um grupo de amgias lésbicas que vivem em Los Angeles.

Estrelada por Jennifer Beals, Leisha Hailey, Mia Kirshner, Laurel Holloman, Katherine Moennig e Pam Grier, a série estreou em 2004 e ainda contou com participações especiais de Cybill Shepherd, Annabella Sciorra, Kristanna Loken e Marlee Matlin ao longo de sua produção. As histórias giraram em torno da descoberta da homossexualidade, inseminação artificial, casamento homossexual entre outros assuntos relacionados. A produção recebeu vários prêmios de cunho social.

Mesmo após seu encerramento, os produtores pretendem manter um site dedicado à comunidade homossexual feminina, além de publicações e merchandising.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Preparem-se para Dizer Adeus


A série Gilmore Girls chega ao fim esta noite dia 7 de junho, após sete temporadas. O episódio final traz a despedida de Rory, que se forma em jornalismo, Lorelai, Luke e cia. A Warner exibe o episódio Bon Voyage hoje às 20hs.

Criada e produzida por Amy-Sherman e Daniel Palladino, a série que recebeu o título em português de Tal Mãe, Tal Filha, foi produzida entre 2000 e 2007 com um total de 153 episódios. A 5ª Temporada da série em DVD já está em pré-venda no Brasil.

Em nota ao público sobre o cancelamento da produção de Gilmore Girls, a CW, que exibe a série nos EUA, disse que "esta série ajudou a definir a emissora e criou um fantástico universo de histórias, estrelando alguns dos mais memoráveis e amáveis personagens da televisão. Agradecemos aos críticos e aos fãs por seu apoio prometemos que daremos a eles uma despedida da série que eles merecem"

Abaixo, video homenagem feito por uma fã da série.
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