Estreou hoje nos EUA a série "The Beast" com Patrick Swayze
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Veja os Primeiros 10 Minutos de The Beast
Estreou hoje nos EUA a série "The Beast" com Patrick Swayze
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Don Galloway (1937-2009)
Ator da série "Têmpera de Aço/Ironside", faleceu no dia 8 de janeiro aos 71 anos em Reno, vítima de problemas cardíacos. Nascido Donald Poe Galloway em 27 de julho de 1937 no Kentucky, iniciou sua carreira de ator na televisão com a novela "The Secret Storm", em 1962. Teve participação em séries como "Culpado ou Inocente?", "A Caravana", "O Homem de Virgínia", "Inferno nos Céus", "O Jogo Perigoso do Amor", "Grizzly Adams", "Gemini Man", "Police Woman", "Casal 20" "As Panteras", "Mork & Mindy", "Chip´s", "Automan", "A Ilha da Fantasia", "Duro na Queda", "Faro Fino", "A Supermáquina", "Tiro Certo", "Dallas", "Assassinato Por Escrito" e "Profissão: Perigo", entre outras. Entre 1967 e 1975, integrou o elenco de "Têmpera de Aço" ao lado de Raymond Burr que interpretava um detetive em uma cadeira de rodas. Na década de 90, afastou-se da carreira e passou a trabalhar no departamento de polícia de San Bernardino, na Califórnia. Depois tornou-se colunista em um jornal de Manchester e também trabalhou em uma corporação no departamento de treinamentos. Casou-se duas vezes com a mesma mulher, a atriz Linda Marie Galloway. A primeira união ocorreu em 1963. Eles se divorciaram e em 1989 voltaram a se casar. O casal teve três filhas e um filho, Jennifer, Tracy, Sheila e Robert.

Steven Gilborn (1936-2009)
Ator convidado em várias séries de TV, Steven integrou o elenco da sitcom "Ellen", nos anos 90, na qual interpretou o pai da personagem de Ellen DeGeneres. Gilborn faleceu no dia 2 de janeiro aos 72 anos vítima de câncer. Nascido em 15 de julho de 1936 em New Rochelle, no estado de NY, tirou seu Ph.D. em Literatura em Stanford em 1969. Foi professor nas Universidades da Califórnia, em Berckeley e Columbia University, entre outras, antes de se tornar ator. Iniciou no teatro com peças de Shakespeare, passando pelo cinema e pela televisão. Chegou à TV na década de 80 tendo várias participações em séries, entre elas, "Who´s the Boss?", "A Bela e a Fera", "Lei e Ordem", "Columbo", "Murphy Brown", "Picket Fences", "Anos Incríveis", "Coach", "Plantão Médico", "Newsradio", "Mad About You", "Chicago Hope", "The Closer", "The West Wing", "Nova York Contra o Crime", "JAG", "O Desafio", "Buffy, a Caça-Vampiros", "According to Jim", "Without a Trace" e mais recentemente "Damages", entre outras. Casado com Karen Halverson, o casal teve duas filhas, Laelia e Marya.
Cheryl Holdridge (1944-2009)
Uma das integrantes do elenco original do programa "O Clube do Mickey", dos anos 50, Cheryl faleceu no dia 6 de janeiro aos 64 anos vítima de câncer do pulmão, doença contra a qual ela vinha lutando há dois anos. Nascida Cheryl Lynn Phelps em 20 de junho de 1944 em Nova Orleans, a família de Cheryl mudou-se para Los Angeles quando ela tinha 2 anos. Aos 12 anos entrou para o elenco de "O Clube do Mickey" quando o programa estava em sua segunda temporada. Entre os trabalhos que fez em séries de TV estão participações em "Beaver", "A Feiticeira", "Comédias Dick Van Dyke", "O Homem do Rifle", "Nossa Vida com Mamãe", "Hawaiian Eye", "O Pimentinha", "Mr. Novak", "Dr. Kildare", "Meus Três Filhos/Meus Filhos e Eu", entre outras. Cheryl abandonou a carreira artística em 1964 para casar-se com Lance Reventlow, filho da milionária Barbara Hutton, que teve sua vida retratada em uma minissérie estrelada por Farrah Fawcett. Seu marido morreu em um acidente de avião em 1972. Em 1994, ela casou-se com Manning Post, responsável em levantar fundos para o partido democrático, que morreu em 2000. Neste mesmo ano, Cheryl fez uma participação no filme "Flintstones Viva Rock Vegas", no qual interpretou Genevieve.
Bernie Hamilton (1928 - 2008)
Conhecido como o chefe da dupla "Starsky & Hutch", na série de mesmo nome dos anos 70, Bernie faleceu no dia 30 de dezembro vítima de problemas cardíacos, aos 80 anos. Nascido em Los Angeles no dia 12 de junho de 1928, Bernie fugiu de casa quando ainda era adolescente. Começou a atuar ainda na escola. Mais tarde, atuou em filmes para o cinema e em participações em séries de TV, como "Além da Imaginação", "Alfred Hitchcock Apresenta", "Tarzan", "O Homem de Virgínia", "Xerife Lobo", "Galactica 1980" e "O Barco do Amor". Entre 1975 e 1979 interpretou o capitão Dobey na série "Starsky & Hutch", tornando-se mundialmente conhecido. Na década de 80, passou a trabalhar no ramo musical, produzindo discos gospels e de blues para a Chocolate Snowman.
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Patrick McGoohan (1928-2009)
Outro ator que fez parte de minha infância. Criou e estrelou uma das mais significantes séries da década de 60, "O Prisioneiro", responsável direta pela abordagem que passou a ser adotada a partir dos anos 90 pelas séries de TV americanas, a qual continua sendo utilizada até os dias de hoje.Patrick McGoohan faleceu aos 80 anos nesta terça-feira, dia 13 de janeiro, em Santa Monica após passar um período enfêrmo. Intelectual, crítico político e com um humor mordaz, Patrick sempre viveu afastado do mundo das celebridades.
Nascido Patrick Joseph McGoohan em 19 de março de 1928, em Nova York. Filho de emigrantes irlandeses, seus pais voltaram para seu país de origem logo após seu nascimento. Mais tarde, mudaram-se para a Inglaterra, onde Patrick foi criado. Com a chegada da 2ª Grande Guerra, o jovem foi enviado para o interior.
Patrick abandonou a escola aos 16 anos e chegou a cogitar tornar-se padre. Chegou a estudar a bíblia e dedicar-se à religião, mas largou tudo e voltou-se para o teatro após passar pelo boxe e vários empregos. Foi diretor de palco até tornar-se ator quando substituiu um colega doente.
Em 1955, interpretou em uma peça um padre acusado de ser homossexual. Sua performance chamou a atenção de Orson Welles que o contratou para integrar o elenco da peça "Moby Dick Rehearsed". Nesta mesma época, começou a atuar em filmes na Inglaterra. Logo depois veio o convite para estrelar a série "Danger Man".
Inicialmente "Danger Man" seria uma cópia de James Bond para a TV. Patrick recusou estrelar a série caso mudanças no personagem e na abordagem das histórias não fossem feitas, entre elas: a diminuição de cenas violentas, do uso de armas e do envolvimento leviano entre seu personagem com o sexo feminino.
Patrick acreditava que era necessário fazer algo diferente do que estava sendo feito. Seu personagem deveria ser meio excêntrico, averso à violência, utilizando o raciocínio para resolver seus casos, e tímido com as mulheres, embora fingisse não ser. Relacionamentos na vida de Drake somente seria aceito pelo ator, se fossem verdadeiros e não como forma de resolver seus casos, ou sob uma abordagem puramente conquistadora.

Após ponderarem, os produtores aceitaram as exigências do ator e Patrick se tornou John Drake. A série foi um grande sucesso na Inglaterra, ultrapassando rapidamente as fronteiras. Durante a produção de um dos episódios, Patrick conheceu as instalações do Hotel Portmeirion, o qual o inspirou a criar uma nova série que foi mais tarde batizada de "O Prisioneiro".
Tendo sido renovada para uma quarta temporada, agora à cores, "Danger Man" iniciou a produção de seus primeiros episódios quando Patrick anunciou que não desejava mais estrelar a série. Em troca, ofereceu "O Prisioneiro", que utilizaria a mesma equipe de produção e seria exibida no lugar de John Drake.
Na apresentação da série à mídia, Patrick apareceu preso em uma jaula, confundindo os jornalistas presentes. A cada pergunta feita pelos jornalistas, Patrick respondia com outra pergunta, confundido ainda mais o público presente que saiu dali sem saber direito do que se tratava a série que eles deveriam divulgar.
Tendo criado a série com base nas manifestações culturais e políticas da década de 60, a série transformou-se rapidamente em cult e em um marco, influenciando gerações de roteiristas e diretores. Seguindo metáforas e símbolos, com uma abordagem surrealista com toques de Kafka, a série teceu uma mordaz crítica política de seu período, levando-a à ser estudada em cursos de Semiótica.Apesar da fama, Patrick não criou a série sozinho. Contou com a ajuda de George Markstein, roteirista de "Danger Man". Patrick queria utilizar o cenário do Hotel Portmeirion em sua nova série, transformando-o em personagem, não apenas em cenário. Inspirado em fato real que ocorreu na 2ª Guerra, quando eram mantidas prisões-resorts, Markstein deu a idéia de transformar o hotel em uma prisão para onde agentes eram enviados.
Na cabeça de Markestein, o personagem do prisioneiro era John Drake que se demitia, era sequestrado e levado a este hotel prisão onde ele teria que identificar seus sequestradores e fugir. Na cabeça de Patrick McGoohan, o personagem do prisioneiro seria vítima de uma tentativa de anulação de personalidade, a qual ele tentaria manter intacta, sem jamais se deixar transformar em um número. No entanto, o público jamais saberia quem ele era de fato.

Markestein queria uma série simples de ação, McGoohan queria uma série intrincada, cheia de símbolos, sem explicação, deixando para o público absorver e tentar entender seu significado. Quando Markestein defendeu a idéia de dar um episódio final explicativo para o Prisioneiro, McGoohan se opôs e a dupla se desfez, deixando McGoohan sozinho na produção da série. Além de atuar, McGoohan também escreveu e dirigiu vários episódios.
Planejada para ter apenas 7 episódios, a série trouxe um agente secreto, cujo nome não foi revelado, que se demite do serviço secreto. Ele é sequestrado e levado a uma ilha onde, supostamente, outros agentes na mesma situação foram levados. Submetido a torturas psicológicas, ele é constantemente interrogado para revelar os motivos pelos quais pediu demissão. Chamado de Número 6, o agente repete continuamente: "Eu não sou um número, sou um homem livre".
Pouco depois de iniciar a produção, Lew Grade, da produtora ITC, vendeu a série para a CBS americana que exigia um número maior de episódios. A emissora pedia 26 episódios, McGoohan, sentindo-se incapaz de esticar a história por 26 episódios ofereceu 17.
A série e o personagem entraram para a cultura popular sendo constantemente resgatados de forma direta ou indireta. Por exemplo, seu personagem, dublado pelo ator, apareceu em um episódio de "Os Simpsons". Já em "Battlestar Galactica", a cilônia número seis recebeu este número em homenagem à "O Prisioneiro".A produção inglesa de 1967 introduziu a teoria da conspiração como tema de uma série de TV. Influenciou o surgimento de "Os Invasores" nos EUA, e, posteriormente, foi resgatada nos anos 90 após o sucesso de "Twin Peaks", que bebeu da fonte. Atualmente, é "Lost" que mais se beneficia da série dos anos 60.
Nos anos 90, com o sucesso de "Arquivo X", surgiu a notícia de que o ator estava preparando o roteiro da versão cinematográfica da série, a qual nunca se materializou. No lugar, surgiu uma história em quadrinhos, publicada no Brasil, narrando o que teria acontecido com o número seis após todos estes anos. Atualmente está sendo produzido uma minissérie que faz uma releitura da série. Mas não há notícias de que o ator estava envolvido no projeto.
Afora as duas séries que estrelou, Patrick McGoohan teve participações em outras séries inglesas menos conhecidas. Em 1977 estrelou a série médica de curta duração "Rafferty", também inglesa. Nos EUA, teve participação em "Columbo", para a qual também escreveu e dirigiu alguns episódios, e em "Assassinato por Escrito", além de "Os Simpsons".Entre seus trabalhos recentes e mais conhecidos no cinema estão o filme "Coração Valente", de Mel Gibson, no qual interpretou o Rei Edward, e "Fantasma", no qual interpretou o pai do herói. Ao longo de sua carreira, o ator recusou vários papéis importantes, por questões pessoais, entre eles James Bond, O Santo (a série), e Gandalf em "O Senhor dos Anéis".
Casado desde 1951 com a atriz Joan Drummond, o casal teve três filhas, Catherine, Anne e Frances. Afastado da carreira de ator desde 2002, McGoohan continuou escrevendo e recentemente cogitava aceitar duas ofertas para voltar a atuar.
Abaixo, cenas de um documentário sobre "O Prisioneiro"
Sendo entrevistado por fãs da série:
Mais uma entrevista sobre a série:
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Ricardo Montalban (1920-2009)

Esta é uma notícia que me deixou triste. Fiquei o dia inteiro sem luz em função das chuvas em São Paulo. Retorno à Internet agora à noite com a volta da energia elétrica, e descubro que um dos mais queridos (aliás dois, veja post acima que estarei postando) atores da minha infância faleceu. É verdade que já estava com uma idade avançada e doente. Mas é sempre triste saber que se foi!
Ricardo Montalban já era galã de cinema, chamado latin lover, quando estrelou sua primeira série de TV após anos de participações especiais. "A Ilha da Fantasia/Fantasy Island" surgiu na leva de produções do final dos anos 70 que tinham como objetivo suavizar a linguagem e as temáticas perigosamente realistas que começaram a surgir nos anos 60 e ganharam força no início dos anos 70. Após muitas críticas e censuras, a TV se viu obrigada a exibir séries com temáticas mais suaves e fantasiosas. Então, nada mais fantasia que uma ilha onde qualquer pessoa pode realizar seus desejos mais íntimos. E que melhor anfitrião que Ricardo Montalban, vulgo Sr. Roarke, com seu sorriso confiante, mas olhar penetrante, que parecia saber de tudo sobre todos?

O ator faleceu hoje pela manhã aos 88 anos. Segundo membros de sua família, a causa morte está relacionada à idade avançada. O ator sofria há anos de problemas na coluna que o deixaram preso a uma cadeira de rodas.
Nascido Ricardo Gonzalo Pedro Montalban y Merino em 25 de novembro de 1920, no México, Montalban era o mais novo de quatro filhos de um casal de origem castelhana que migrou para aquele país em 1906. Ricardo chegou aos EUA ainda jovem, para viver com o irmão, Carlos, que já morava lá e tinha conseguido trabalho nos estúdios de Hollywood.

Tendo chamado a atenção de um caça-talentos da MGM, Ricardo foi convidado para fazer testes para se tornar ator de cinema, mas temendo pelo irmão em meio ao ambiente dos estúdios, Carlos o aconselhou a esquecer o cinema e o levou a Nova York. Mas o cinema não ficaria sem Ricardo. Logo ele começou a atuar em curtas metragens e peças de teatro.
Ricardo voltou ao México quando sua mãe adoeceu. Neste período, passou a fazer alguns trabalhos em seu país de origem, entre eles uma paródia de "Os Três Mosqueteiros", estrelada pelo comediante Cantinflas. Foi nesta época que ele conheceria sua futura esposa, na época modelo, Georgiana Belzer, irmã da atriz Loretta Young. Ambos casaram-se em 1944 e tiveram três filhos: Victor, Laura e Anita.

Decidido a viver no México, mudou de idéia quando a MGM (seu destino era Hollywood e os musicais da MGM), o convidou a participar do filme "Fiesta", ao lado de Esther Williams que seria filmado no México. Sua participação no filme o levou a assinar um contrato de oito anos com o estúdio tornando-se, ao lado de Fernando Lamas, em um dos mais famosos "latin lovers" dos anos 40 e 50.
Ricardo chegou à televisão na metade dos anos 50, participando de teleteatros e séries. Foram centenas delas, listarei algumas: "A Caravana", "Alfred Hitchcock Apresenta", "Bonanza", "Os Intocáveis", "Cem Homens Marcados", "Ben Casey", "O Maior Espetáculo da Terra", "Os Defensores", "A Lei de Burke", "Dr. Kildare", "O Agente da UNCLE", "Combate", "Daniel Boone", "James West", "Missão: Impossível", "Os Destemidos", "O Rei dos Ladrões", "Dan August", "Gunsmoke", "O Homem de Virgínia", "Havaí 5-0", "Switch", "Columbo", "Os Novos Centuriões", "Assassinato Por Escrito", "Chicago Hope", entre outros.

Na década de 60, participou de um episódio de "Jornada nas Estrelas", interpretando Khan, um homem congelado que atravessa dezenas de anos para acordar no século XXIII. O personagem seria novamente "ressucitado" para se tornar o vilão de "Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan", filme responsável em alterar o rumo das vendas de produções em VHS. Ao lançar este filme em VHS, a Paramount baixou o preço que vinha sendo cobrado até então, de 79,95 dólares para 39,95 dólares. O filme vendeu mais de 100 mil cópias, promovendo uma corrida dos outros estúdios para reajustar os valores de suas produções em VHS, dando início, de fato, ao mercado de home video em 1982.
Entre 1978 e 1984, Ricardo estrelou a série "A Ilha da Fantasia", que mais tarde ganharia um remake mal sucedido com Malcolm McDowell. Entre 1985 e 1987 integrou o elenco da novela noturna "The Colbys", spin-off de "Dinastia", estrelada por Charlton Heston e que também contou com a presença de Barbara Stanwyck. Entre 1995 e 1996 dublou o personagem Gutierrez no desenho "Freakazoid". Tentou voltar ao mundo das séries estrelando, ao lado de John Schneider e Melinda Clarke, a série "Heaven Help Us", mas sem sucesso. Nesta produção, o ator já utilizava cadeira de rodas devido a seu problema na coluna.

Seu problema iniciou em 1951 durante as filmagens de "Across the Wilde Missouri", quando caiu de um cavalo e foi pisoteado por outro. Desde então passou a ter problemas na coluna que se agravou com a idade. Em 1993 ele foi submetido a uma cirurgia, mas ela apenas piorou sua situação. Desde então, passou a utilizar cadeira de rodas.
Em 1980, Ricardo publicou sua autobriografia em parceria com Bob Thomas, "Reflections: A Life in Two Worlds". Em 2007, ele perdeu sua esposa, Georgiana, que morreu aos 84 anos. Os dois viveram juntos por 63 anos. Seu irmão Carlos, que também trabalhou como ator em séries e filmes, entre eles "Bananas", de Woody Allen, no qual interpretou o General Emilio Vargas, faleceu em 1991.
Em "A Ilha da Fantasia"
Com Cyd Charisse
Tributo ao ator
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Glenn Close Recebe Estrela na Calçada da Fama
Glenn Close, estrela da série "Damages", recebeu a estrela de número 2.378 na Calçada da Fama em Hollywood ontem, dia 12 de janeiro. A atriz de teatro, cinema e televisão foi apresentada ao público por Michael Chiklis, seu colega em "The Shield". Outros atores, como Tate Donovan e Mary Kay Place, de "Big Love", também discursaram.
Da esquerda para a direita: Jeff Goldblum,Zeljko Ivanek, Michael Chiklis, Kenny Johnson,
Walton Goggins, Mary Kay Place e Michael Nouri.
De joelhos, da esquerda para a direita,
Tate Donovan, JoBeth Williams e Glenn Close
A cerimônia foi realizada em frente ao Hollywood Roosevelt Hotel. Close, hoje com 61 anos, ficou tão feliz que ficou abraçada à estrela durante alguns segundos. Entre os convidados à cerimônia estavam atores das séries "Damages" e "The Shield".
Para 2009, estão previstas as homenagens aos atores de TV, Felicity Huffman, William Petersen, Kyra Sedgwick e John Stamos, além do roteirista e produtor Chuck Lorre, de "Two and a Half Men" e "The Big Bang Theory".
(Clique nas imagens para ampliar)
Abaixo, Glenn Close na Calçada da Fama
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Fox Cancela Prison Break (post corrigido)

A quarta será definitivamente a última para "Prison Break". A Fox anunciou durante a coletiva de imprensa do Television Critics Association - TCA, que a série foi cancelada. Algo já esperado pela mídia e pelos fãs desde a terceira temporada, quando a série teve um declínio de 2 milhões de telespectadores na audiência, em comparação à temporada anterior.
Segundo o jornal Variety, os últimos episódios encomendados da série serão exibidos a partir do dia 17 de abril. Mas existe a possibilidade de ser produzido mais alguns para dar um final à trama.
Tendo surgindo na esteira do sucesso de "24 Horas", a série "Prison Break" estreou com 12.1 milhões de telespectadores na primeira temporada. Audiência que caiu signifivativamente na segunda temporada, chegando a uma média de 10.1 milhões. A terceira conquistou 8.2 milhões, chegando à quarta temporada com uma média, até o momento, de 6.1 milhões, não justificando os gastos de produção para que ela possa continuar a existir.
Já para "24 Horas", que retornou este mês com seu sétimo ano, seu futuro deverá ser o cinema. Correm boatos na Internet que o produtor Howard Gordon deseja iniciar a produção de um filme após a oitava temporada da série na TV. Visto que o ator Kiefer Sutherland tem contrato até a temporada 8 e a audiência na TV sempre corre o risco de cair, nada mais natural que passar para a tela grande, a qual daria mais tempo aos roteiristas, justificaria os gastos de produção e seria distribuída internacionalmente em várias salas de cinema.
O retorno de "24 Horas" marcou uma média de audiência de 12.6 milhões de telespectadores, 3.1 milhões a menos que a estréia da primeira temporada; 1.18 milhões a menos que a estréia da quinta temporada e 400 mil a menos que a estréia da sexta temporada. Sendo que o telefilme que antecedeu a sétima temporada conquistou 12.1 milhões de telespectadores.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Battlestar Galactica: Webisódios 9 e 10
Webisódio 9
Webisódio 10
Webisódio 10
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Fernanda Furquim
Em
1/12/2009 04:45:00 PM
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Webseries/Websódios
Primeiras Fotos

Os novos número 2 e número 6 do remake de "O Prisioneiro", série inglesa dos anos 60. Aqui temos Ian McKellen e Jim Caviezel na produção da minissérie em seis episódios do canal AMC.
Posted by
Fernanda Furquim
Em
1/12/2009 03:53:00 PM
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Comentários e Resultado do Golden Globe 2009
Já faz alguns anos que venho perdendo o interesse em acompanhar as premiações hollywoodianas. Não sou uma pessoa que dá muita importância a prêmios ou listagens de melhores disso ou melhores daquilo. Mas costumava assistir às premiações para poder ver o espetáculo que era armado em torno da entrega de uma estatueta. Shows musicais, encenações, participações especiais de grandes nomes da indústria, montagens de clips de todos os tipos, etc.De fato, sinto saudades da época em que estes eventos justificavam ficar acordada até de madrugada, pois eram um verdadeiro show, à parte da revelação de quem é considerado melhor que o outro. Atualmente as premiações perderam o charme e têm pouco significado para mim. São apenas eventos em que são reveladas listas de vencedores que sobem ao palco agradecem diretor, roteirista, elenco, agente, mãe, pai, filho e também o cachorro. Um após o outro, um desfile de personalidades do momento, muitas delas visivelmente desconfortáveis, com pouca descontração ou domínio de cena.
Nem todos que eu gostaria ganharam mas, sinceramente, para mim isto não muda nada, já que não vou deixar de ver o que gosto e nem passarei a ver uma série ou o trabalho de um ator/atriz só porque ganharam prêmios. É claro que muda para quem venceu, que terá um poder de barganha muito maior na renovação de seu contrato, além de maiores e melhores ofertas de trabalho.
Para ser franca, deixei gravando o evento, desliguei a televisão e fui dormir depois que a Anna Paquin venceu o Golden Globe de melhor atriz. Nada contra ela, mas, me desculpem os fãs, sua presença na lista não se justifica. Visto se tratar de um prêmio oferecido pelos críticos, eles escorregaram em dar a estatueta à popularidade. Mas, c´est la vie!
Quem acompanhou a entrada dos artistas pelo canal E! deve ter se surpreendido com o nível que o marketing chegou. Entendo que ele é necessário, entendo que os atores precisam se colocar à mercê da mídia cada vez mais burra de Hollywood, mas, na minha opinião, o nível está muito baixo, chega a dar vergonha. Além das inevitáveis e previsíveis perguntas e respostas só para fã ver e se emocionar, tivemos a desagradável presença da divulgação de produtos e empresas que chegaram ao ponto de armar um circo para demonstrar seus produtos em pleno tapete. Mulheres em mesas ou cadeiras recebendo aplicações de cremes que prometem milagres enquanto o merchant fazia seu trabalho! Hã???
Bom, indo diretamente ao evento, ele não contou com um mestre de cerimônias. Os apresentadores entravam, liam um texto com comentários, muitas vezes medíocres, apresentavam a lista dos indicados, logo depois liam o nome do vencedor que subia ao palco e agradecia (alguns se saíram bem, outros não), depois saía do palco para ser substituído pela próxima dupla de apresentadores que fazia o mesmo...por três horas de duração.
Clips se fizeram presentes no já tradicional prêmio pela carreira, Steven Spielberg, e nas indicações de melhor filme, o prêmio máximo da noite. Nem Heath Ledger teve seu clip quando ganhou o prêmio, visto que foi apresentado apenas uma cena de "Batman" tão rápida que se piscasse o olho perdia.
Rick Gervais deu um show, como sempre. Acompanhei seu trabalho no excelente "Extras", vi pouca coisa de "The Office" inglesa, mas fiquei fã de Gervais por suas participações nestes eventos. Os discursos de Tina Fey, Tracy Morgan e Mickey Rourke na aceitação dos prêmios também foram ótimos!
"Mad Men" e "30 Rock" ganharam como melhores séries. Sei que tem muita gente que não gosta destas duas e acham injustificável continuarem ganhando prêmios. Eu, pessoalmente, adoro as duas e visto que são produções de baixa audiência, ao menos os prêmios garantem sua continuidade, já que a televisão costuma cancelar séries que não são vistas pela massa.
Em uma década que se caracterizou por séries que desenvolvem uma trama voltada à mistérios, soluções de "quebra-cabeças", estímulo à drenalina e linguagem novelística, a continuidade de produção destas duas séries é uma grande vitória.
Abaixo, a lista dos vencedores na categoria televisão:
Série Dramática
Mad Men
Atriz de Série Dramática
Anna Paquin por True Blood
Ator em Série Dramática
Gabriel Byrne por Em Terapia
Série Cômica ou Musical
30 Rock
Atriz em Série Cômica ou Musical
Tina Fey por 30 Rock
Ator em Série Cômica ou Musical
Alec Baldwin por 30 Rock
Minissérie ou Telefilme
John Adams
Atriz por Minissérie ou Telefilme
Laura Linney por John Adams
Ator por Minissérie ou Telefilme
Paul Giamatti por John Adams
Atriz Coadjuvante por Série, Minissérie ou Telefilme
Laura Dern por Recount
Ator Coadjuvante por Série, Minissérie ou Telefilme
Tom Wilkinson por John Adams
Abaixo, galeria de fotos do Golden Globe 2009
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