domingo, 31 de agosto de 2008

The Flight of the Conchords Encerra com a 2ª Temporada

Flight of the Conchords

A produção da HBO "The Flight of the Conchords" terá mais dez episódios antes de encerrar com um total de 22 episódios e duas temporadas. Criada por James Bobin, Jemaine Clement e Bret McKenzie, a série surgiu em 2004 com um programa de rádio para a BBC2. Em 2007 a HBO apostou no formato e trouxe a dupla de cantores, Clement e McKenzie, para a televisão.

A premissa da série é simples: dois compositores e intérpretes buscam uma forma de se tornarem um sucesso no meio musical. Para tanto, saem da Nova Zelândia e mudam-se para Nova York. Neste meio tempo, vivem as dificuldades do dia-a-dia. A dupla Jemaine Clement e Bret McKenzie, interpretavam eles mesmos, mesclando a narrativa dramática com as interpretações de suas canções.

Os Monkees

Parece familiar? E é! "The Flight of the Conchords" é, nada mais, nada menos, que uma releitura da série "Os Monkees" produzida entre 1966 e 1968, e que provocaria, embora tardiamente, uma revolução na TV americana. Tardia porque a linguagem nonsense proposta por "Os Monkees" somente foi explorada a partir dos anos 80 quando "A Gata e o Rato" resgatou a idéia e reaproveitou, inclusive, sugestões de roteiros, como por exemplo o episódio de Shakespeare (na série dos anos 60, eles fizeram uma história satirizando os contos de fadas). Também tardia porque a linguagem do videoclipe introduzida com a série somente foi melhor explorada com a chegada da MTV.

Na produção dos anos 60, temos um grupo de rock ´n´ roll, conhecido como "Os Monkees" que luta para conseguir uma chance de fazer sucesso com sua música. Neste meio tempo, vive as dificuldades do dia-a-dia.


Em ambas as séries, as músicas foram mescladas na narrativa e estimularam o público a comprar os discos/CDs, bem como a assistir aos shows. Embora em "The Flight of the Conchords" temos uma dupla de compositores que fizeram suas próprias músicas, em "Os Monkees", as músicas eram compostas para os integrantes no qual, apenas dois eram realmente músicos.

Os motivos apresentados pela dupla à revista "Q" da Nova Zelândia para encerrar a produção da série, foi o fato de encontrarem dificuldades para compôr novas canções para fazerem parte de novos episódios. A primeira temporada apresentou músicas já compostas anteriormente pela dupla.

Conheça Privileged Nova Série do Canal CW

Produzida para o canal CW a série "Privileged" estréia no dia 9 de setembro. Com base no livro "How To Teach Filthy Rich Girls" de Zoey Dean, a produção chegou a ser batizada e divulgada com este título, mas acabou mudando para um nome mais fácil de ser lembrado. "Privileged" é estrelada por Joanna Garcia, de "Reba", Anne Archer, em sua primeira série como atriz fixa, Lucy Hale, Ashley Newbrough, Allan Louis, Brian Hallisay, Michael Cassidy, Kristina Apgar e Debi Mazar. "Privileged" já está com seus direitos de exibição comprados pelo canal Warner Brasil.

O CW é um dos canais com maior número de séries a estrear nesta temporada. Com problemas financeiros e necessitando atrair um público grande de jovens e pré-adolescentes, o canal que até a pouco tempo tentou investir na produção de séries família e de super-heróis, mudou a estratégia após o sucesso de "Gossip Girl". Com isso, está resgatando o filão explorado pelas novelas noturnas dos anos 80, como "Dallas" e "Dinastia", que influenciaram o surgimento de "Barrados no Baile", para tentar elevar o nível de audiência.

Os dramas e comédias teens têm duas linhas de produção, a realista e a fantasiosa, sendo que esta segunda opção segue a exploração do luxo, sexo e intrigas perpetuados pelas novelas. "Gossip Girl" é um drama e "Privileged" é uma comédia, mas a linha de trabalho é a mesma. Tal qual a primeira, esta comédia foi resgatada da literatura e trabalha o luxo, a beleza, a juventude e as oportunidades que a sociedade e o mundo moderno proporcionam para o adolescente de hoje.

Com "Privileged" temos uma jovem jornalista Megan (Joanna Garica), formada em Yale que perde o emprego por não ter experiência na área em que a revista atua: as fofocas sobre o mundo das celebridades. Assim, aceita trabalhar como tutora de duas adolescentes mimadas Rose (Lucy Hale, de "Bionic Woman") e Sage (Ashley Newbrough, que teve participações em "The Best Years"), que dão muito trabalho para sua avó, Laurel Limoges (Anne Archer, que teve participações em "Ghost Whisperer"), uma empresária que fez fortuna no mundo dos cosméticos.

O elenco de personagens ainda conta com as presenças de Marco (Allan Louis), Chef da mansão, e Will (Brian Hallisay, de "Bionic Woman"), vizinho de Rose e Sage por quem Megan está interessada apesar dele ser namorado de sua irmã Lily (Kristina Apgar, que teve participações em "Terminator: The Sarah Connor Chronicles"). E ainda Charlie (Michael Cassidy, que teve participações em "The OC"), melhor amigo de Megan que está secretamente apaixonado por ela.

A série segue a estrutura de "The Nanny", mas com um enfoque na relação da babá/tutora com as duas adolescentes que não a consideram o máximo. Tal qual Fran Fine, Megan perde o emprego e acaba se tornando babá/tutora. No lugar de Max Sheffield temos Laurel, uma viúva que tem uma vida organizada onde não há muito espaço para acomodar uma relação íntima com suas netas; no lugar de Niles, temos Marco, com uma postura presunçosa, mas que poderá ser um grande aliado de Megan se assim o desejar. No lugar de Val, temos Charlie, amigo de longa data de Megan com quem ela divide seus sentimentos e pensamentos, sem saber que ele está interessado nela.

A personalidade de Megan também segue a mesma linha: uma tutora com uma atitute positiva diante dos problemas do dia-a-dia que seu emprego oferece. Jovens, dinâmicas, quase amigas, as babás das séries ensinam aos pais, ou avós, como criar seus filhos, ou netos. Determinada a fazer a diferença na vida dessas jovens e tornar sua própria existência algo de valor, Megan enfrenta a resistência das duas adolescentes que não a desejam como tutora.

Marsha Mason e Anne Archer

Adaptada para a TV por Rina Mimoun, que tem em seu currículo produções como "Gossip Girl", "Dawson´s Creek" e "Everwood", a produção é mais uma que passou por uma mudança significativa de elenco. No primeiro piloto, a personagem da avó, Laurel, foi interpretada por Marsha Mason, famosa pelo filme "A Garota do Adeus". Cinco anos mais velha que Anne Archer e mais obesa, Marsha não se adecuou ao visual da série, ao passo que Archer, ex-modelo, trouxe um visual e uma postura mais próprio do glamour desejado pela produção.

A crítica americana não comentou a série ainda, poucos assistiram ao piloto e em sua maioria não deram grandes destaques em seus comentários, chegando a apontar o bom desempenho de Joanna Garcia como impulsionador da produção.



Trailer da série:

Mais Dois Novos Cartazes de House

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Nova Temporada Expõe Fragilidade da TV Aberta


A partir de segunda-feira, dia 1º de setembro, inicia nos EUA a nova temporada de séries. Chamada de Fall Season (temporada de outono), este é o período áureo para as emissoras americanas. Tradicionalmente escolhido por ser o período em que os americanos retornam de suas férias e reiniciam suas vidas e atividades, entre elas a de procurar na televisão algo de novo para assistir, as emissoras americanas costumam se preparar durante o ano para este momento.

Mas, este ano a Fall Season será a mais fraca e desinteressante da década. Com pouco mais de 25 novas séries para estrear, a grande expectativa recai no retorno de produções já estabelecidas, muitas delas na TV a cabo. Culpa-se a greve dos roteiristas iniciada em novembro de 2007 e finalizada em fevereiro de 2008, pela baixa qualidade do que está por vir. Pilotos sendo refilmados, elenco mal escalado, reaproveitamento de idéias ou adaptações de clássicos e produções estrangeiras são justificadas como conseqüência da greve dos roteiristas. De certa forma é verdade, a greve promoveu a renovação de séries que já deveriam ter sido canceladas e a estréia de outras que nem deveriam ver a “luz do dia”, mas culpar a greve por tudo isso é, no mínimo, infantilidade e desprezo à inteligência do público, críticos e historiadores da televisão.

A TV aberta vem declinando em sua qualidade desde que TV a cabo começou a subir na preferência do público e da crítica. Isto, aliado às novas tecnologias que vem sendo agregada à produção televisiva, fez com que a qualidade da TV aberta americana ficasse exposta. Estima-se que 55% dos telespectadores nos EUA dêem preferência à TV a cabo, apesar desta ter um volume de produção muito mais baixo, em função do pouco investimento financeiro, e também produzir muitos programas que nem deveriam ter sido levados adiante.

Cada vez mais popular e massificada com a produção de Reality Shows que permitem uma audiência fácil, sem os gastos de uma produção fictícia, a TV aberta vem diminuindo seu investimento na qualidade de programas, que culminaram com a greve dos roteiristas, a qual promoveu o atraso na finalização de pilotos das novas séries. A verdade é que a TV aberta está despreparada para enfrentar as mudanças que este veículo está passando desde o início do Século XXI, o qual trouxe a concorrência com a TV paga e as novas mídias. Os executivos ainda não conseguiram se organizar para agregar e explorar essas mudanças de comportamento e interesses do público em geral.

Dizem que foram pegos de surpresa pela greve dos roteiristas e regularmente se vê declarações à imprensa de executivos responsabilizando o período de greve pelos problemas que esta temporada vive. Mas, a greve estava sendo esperada desde 2005. Com o crescimento das novas mídias e a aproximação do final do contrato, estava previsto um longo período de negociações. O que talvez eles não esperassem era que os Sindicatos tivessem muito mais empenho em defender seus interesses do que o demonstrado no passado quando tinham apenas o VHS como novidade.

O excesso de confiança no veículo já estabelecido e na idéia de que tudo está sob o controle desmoronou. A TV a cabo está roubando a audiência e o apoio do público e da crítica enquanto que a Internet absorve cada vez mais o interesse do público alvo da televisão: os jovens. Estes, por sua vez abertos às novidades e empolgando-se facilmente com o que, para eles, é novo, promovem um sentimento de urgência e necessidade de produzir um volume maior de material inédito que antes não era necessário.

Sem saber como melhor explorar as novas mídias que está formando um novo público, a televisão tenta desesperadamente manter o controle. Com isso, provocaram a greve e promoveram seu prolongamento quando se recusaram a discutir as novas mídias na renovação dos contratos com o Sindicato. Conseguiram. Agora estão com o território livre para descobrir o que fazer com a Internet, mas também estão pagando o preço pelo atraso da produção desta nova temporada.

Esta greve serviu para expor a fragilidade da indústria televisiva americana que se apóia, ou se apoiava, em uma estrutura criada nos anos 50 e que vinha dando certo até agora. Mas com a globalização e as novas mídias intensificando sua presença no mercado, esta estrutura de trabalho não é mais aceitável para os dias de hoje. Os problemas que a TV aberta enfrenta com a nova temporada são um espelho de seus próprios problemas e necessidades de reestruturação. E já que a TV a cabo não chegou a se prejudicar, visto que sua estrutura é outra, sobrou para a TV aberta arcar com o resultado.

Com uma programação desgastada, tendo sucessos antigos chegando ao seu final e produções como Reality Shows e novelas diurnas sofrendo uma queda significativa em sua audiência, a televisão aberta precisará voltar a investir na qualidade de seu conteúdo para competir com a TV a cabo e as novas mídias. O entretenimento puro não garante mais uma audiência, que tem novas opções para passar seu tempo livre. A massificação não dá mais resultado prolongando.

A audiência está cada vez mais impaciente e buscando programas que estimulem seu interesse e isto só se consegue com a exploração de seu conteúdo. Algo que a TV aberta já conseguiu conquistar no passado quando não tinha a concorrência da TV a cabo, mas que, agora, acomodou-se em jogar para a TV paga os programas de qualidade e conteúdo, ficando com as produções que atraem as massas e exploram de forma superficial os personagens e suas situações, com raras exceções.

Com isso, embora aqui também existam exceções, as séries da TV a cabo, que buscam maior investimento em seu conteúdo, são as mais aguardadas pela audiência e pela crítica neste retorno dos novos episódios, provando que, apesar das mudanças, a fidelidade a um bom produto ainda existe.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dois Cartazes de House - 5ª Temporada

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Cartaz - Ugly Betty - 3ª Temporada em Nova York

Video Promo: Gossip Girl com Entrevistas

Fotos Promo: Chuck - 2ª Temporada

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Conheça Raising the Bar, Novo Drama de Steven Bochco

Steven Bochco, de "Nova York Contra o Crime/NYPD Blue", retorna à TV com "Raising the Bar", série que estréia nos EUA no dia 1º de setembro pela TNT. Trata-se de uma das séries que compõem o projeto de lançar uma nova imagem para o canal TNT americano. Como já comentado aqui, este canal tem como objetivo produzir novas séries dramáticas estabelecendo-se como canal de séries e filmes até o ano de 2010.

"Raising The Bar" é mais uma série situada no universo dos advogados e tribunais. Nas oficinas que ministro sobre a História das Séries de TV Americanas, muitos me perguntam porque essas séries fazem tanto sucesso na televisão americana, que parece povoada do mesmo tipo de produção. Tentando resumir: produções voltadas para este tema, bem como médicos, detetives e policiais, são comumente produzidas nos EUA em função de sua estrutura narrativa de fácil compreensão e assimilação de um grande público.

O sucesso destes gêneros se deve, em grande parte, ao fato de que a narrativa traz diálogos quase didáticos, os quais servem para explicar ao telespectador o que está acontecendo. Um caso médico será explicado ao familiar ou ao assistente o que está ocorrendo com o paciente; em um caso de tribunal, o advogado e/ou promotor irá explicar o caso a um cliente, ou familiares, ou mesmo colegas; em um caso policial e de detetive, alguém sempre explicará qual é a situação do crime, os envolvidos, os suspeitos, as pistas e em que "pé" estão as investigações.

Roz, Jerry e a Juíza Trudy

Assim, ninguém se perde, as séries tem público e as emissoras continuam produzindo esses gêneros que já se tornaram tradicionais por ser um porto seguro. Aliado ao fato de que esses gêneros colocam os personagens em situações de vida ou morte ou de uma transição que poderá alterar todo seu futuro, a tensão dramática é, inevitávelmente, um ingrediente buscado pelos roteiristas e produtores de séries.

Bochco não é um novato no gênero séries de tribunais, é dele o sucesso dos anos 80 "Nos Bastidores da Lei/L.A. Law", que lançou o então desconhecido David E. Kelley. Logo depois, Bochco criou e produziu "Crime em 1º Grau/Murder One", que embora não tenha feito o mesmo sucesso com o público, conquistou a crítica. Tentou voltar com "Philly" e "Guerra dos Sexos/Civil Wars", sobre advogados que lidavam com divórcios, mas, não conseguiu.


Agora em "Raising the Bar", Bochco traz um grupo de advogados recém-formados que trabalham em lados opostos. Focado na figura de Jerry Kellerman (Mark-Paul Gosselaar, de "Galera do Barulho/Saved By the Bell" e "NYPD Blue"), temos um jovem defensor público indealista e moralista que vai até as últimas conseqüências para ajudar seus clientes. Sua chefe no escritório de advocacia é Roz Whitman (Gloria Reuben, de "Plantão Médico/ER"), que precisa lidar com a inexperiência dos jovens advogados recém saídos da sala de aula. Do outro lado, na área da promotoria, está Nick Balco (Currie Graham, de "Men in Trees"), que tem uma opinião mais discrente e cínica sobre os casos em que trabalha. No tribunal, a juíza Trudy Kessler (Jane Kaczmarek, de "Malcolm in the Middle") é o terror dos advogados. No elenco de personagens também estão Michelle (Melissa Sagemiller, de "Sleeper Cell"), namorada de Jerry que atua na promotoria, e Marcus (J. August Richards, de "Angel"), o assistente da juíza, Charlie (Jonathan Scarfe, de "Madison") e o advogado Richard (Teddy Sears, que interpretou o personagem Hunter em "Ugly Betty").


A série foi criada com base no livro de David Feige, "Indefensible", publicado em 2006, que narra as dificuldades enfrentadas por um defensor público que atuou no Bronx por 15 anos. Um defensor público é o advogado que o Estado oferece a quem não tem condições financeiras para pagar um advogado, tendo em vista que todos têm direito a uma defesa no tribunal. Assim, o advogado não escolhe o cliente e vice-versa. Com isso, ele poderá defender uma pessoa inocente, ou um criminoso confesso. Se o cliente não desejar um advogado, ele estará abrindo mão de seu direito de defesa. Desta forma, a série de Bochco propõe explorar um outro lado dos dramas de tribunais comumente produzidos.

Jerry e Trudy

A TNT encomendou 13 episódios iniciais da série, mas depois reduziu para dez episódios quando Bochco, insatisfeito com o resultado do episódio piloto, decidiu refilmá-lo com outros atores, outro cenário e figurinos. Ainda assim, a crítica americana não aprovou os primeiros episódios da série, apontando-a como uma visão morna e datada, quase caricata, das séries de tribunais. O crítico Brian Lowry, do jornal Variety, chegou a comparar a série à narrativa das produções dos anos 80, como "Nos Bastidores da Lei", ressaltando que esta, estava explorando uma abordagem diferenciada no gênero e que, agora, repetir o que foi feito nela não faria sentido.

Steven Bochco foi um dos responsáveis em derrubar barreiras na televisão aberta. Sua série "NYPD Blue", produzida nos anos 90, ainda responde a processos de telespectadores ofendidos e do FCC, órgão que regulariza as transmissões da TV nos EUA. "Raising the Bar" é sua primeira série para a TV a cabo, onde o terreno a ser explorado é muito mais amplo, gerando mais liberdade de expressão. Em função disso, os críticos criaram uma grande expectativa em torno da série, esperando que Bochco faça uso desta liberdade e mostre seu "dom" para criar séries polêmicas e realistas.


Bochco iniciou sua carreira escrevendo roteiros para séries como "Têmpera de Aço/Ironside" e "Columbo". Passou por "O Homem Invisível" e "Casal McMillan", mas só deslanchou com "Chumbo Grosso/Hill Street Blues", sucesso de crítica que introduziu as filmagens de long shots nas séries americanas. Depois veio o incompreensível sucesso "Tal Pai Tal Filho/Doogie Houser", que lançou Neil Patrick Harris, seguido dos já mencionados "Nos Bastidores da Lei/L.A. Law" e "Crime em 1º Grau/Murder One". Os fracassos de "Total Security", série de espionagem, e "Philly", sobre uma advogada, entre outras, não o impediu de se relançar e se aclamar com "NYPD Blue", série policial já mencionada. Logo em seguida foi contratado para tentar salvar "Commander in Chief", que trouxe grandes falhas na construção de personagens e roteiros, sobre uma mulher que se torna presidente dos EUA. Agora, retorna com "Rainsing the Bar".

Sneak Peak do piloto.

The Starter Wife Homenageia Carol Channing

Debra Messing e Carol Channing

A série "The Starter Wife" fará uma homenagem à lendária atriz da Broadway, Carol Channing. A personagem de Debra Messing participará de uma cena na qual parodia um dos mais famosos números do musical "Hello Dolly". Trata-se da cena em que Dolly chega ao restaurante e é recebida pelos garçons que cantam: "Well, hello Dolly, it´s so nice to see you back where you belong" (algo como "olá Dolly é tão bom ver você de volta ao lugar ao qual pertence"). Na série, o nome Dolly será substituído por Molly, nome da personagem de Debra.

O musical fez de Carol Channing famosa, tornando-se "marca registrada" da atriz. Na série, Debra Messing utiliza um vestido réplica e uma peruca loira em referência ao famoso cabelo de Channing hoje com 87 anos. O musical foi transformado em filme em 1969 sob a direção de Gene Kelly e tendo Barbra Streisand no papel título.

Há alguns anos estive em Nova York e fui assistir ao musical que trazia Channing de volta aos palcos. Ela tinha recém saído do hospital onde recuperara-se de uma pneumonia. Me impressionei com a receptividade da atriz pelo público. Caravanas de fãs chegaram do interior e de outros estados, lotando o teatro. Quando Channing entrou no palco para esta famosa cena, me surpreendi ao ver o público inteiro levantando-se e cantando em uníssono com os atores do palco: "well hello Dolly, it´s so nice to see you back where you belong". A atriz, emocionada, aproximou-se do público chorando enquanto os atores que interpretavam os garçons a cercaram. Ao término da música, um longo período de aplausos. Foi a experiência mais extraordinária de demonstração de carinho e de receptividade que já vi em minha vida.

Atualização de Séries e Elenco


Ricky Schroeder e Caco, o Sapo

Ricky Schroeder - O ator de "Nova York Contra o Crime" e visto recentemente em "24 Horas", assinou contrato para dirigir seu terceiro filme. Trata-se de "Hellbounds", produção para o canal Sci Fi que deverá estrear em 2009. Situado no ano 500 A.C., o filme conta a história de um guerreiro grego que luta contra Ades para resgatar sua noiva do limbo e trazê-la de volta à vida. O filme foi escrito por Paul A. Birkett e terá Scott Elrod, de "Men in Trees", no papel principal. As filmagens serão feitas na Romênia e é uma co-produção entre EUA, Canadá e Romênia.

David Duchovny - O advogado do ator confirmou à imprensa americana que seu cliente internou-se voluntariamente em uma clínica de reabilitação para tratar de seu vício ao sexo. O ator de 48 anos é casado com a atriz Tea Leoni, de "The Naked Truth", desde 1997 com quem tem dois filhos, Madelaine West, de 9 anos e Kyd, de seis anos. Ainda em 1997, Duchovny teria negado ser viciado em sexo, doença que se tornou popular quando o ator Michael Douglas internou-se para tratamento. Coincidentemente, Duchovny interpreta Hank Moody na série "Californication", um escritor depressivo que busca no sexo algum prazer na vida. Em 2005 ele interpretou um viciado em sexo no filme "Trust the Man".

30 Rock - Will Arnett, de "Arrested Development", retorna em participação na série como o Devin Banks no primeiro episódio da próxima temporada que estréia no dia 30 de outubro nos EUA, informou com exclusividade por Kristin dos Santos do canal E!

Entourage - Michael Phelps, nadador que conquistou oito medalhas olímpicas este ano terá participação na série.


Chuck - A série estréia no dia 31 de agosto no SBT às 11h, no lugar de "The One Tree Hill - Lances da Vida".

The Office - Na Alemanha, a série ganhou uma versão cinematográfica pelas mãos de Ralf Husmann, roteirista que fez a versão alemã da série inglesa. O filme será utilizado pela série para finalizar a quarta temporada. Estrelada por Christoph Maria Herbst, "Stromberg", o nome da série na Alemanha está em sua terceira temporada e já ganhou uma spinoff chamada "Beruhmt", estrelada por Ernie, um dos personagens do escritório alemão.

LAPD - Shawn Hatosy entra para o elenco da série onde interpretará Sammy, um jovem policial que passa por problemas em seu casamento. "LAPD" é um novo piloto da NBC que gira em torno de uma delegacia de polícia.

Hung - Kristin Bauer, de "Total Security", entra para o piloto desta nova produção da HBO estrelada por Thomas Jane, que interpreta Ray, um treinador de basquete da escola local. Kristin irá interpretar a ex-esposa de Ray.

Privileged - David Giuntoli entra para o elenco semi-regular da série onde interpretará Jacob Cassidy, o assistente do diretor da escola. A nova série do canal CW gira em torno de uma jovem contratada para ser babá de duas adolescentes mimadas.

Valentine - Greg Ellis, o Michael Amador da terceira temporada de "24 Horas", entra para o elenco semi-regular da série. Seu personagem não foi divulgado.

90210 - Brandon Vayda terá participações na série. O nome do personagem é Mike, mas não foi divulgado detalhes.

MacKenzie Phillips - A atriz que estrelou a sitcom "One Day at a Time" nos anos 70 foi presa e liberada por posse de drogas no Los Angeles International Airport na última quarta-feira, dia 27 de agosto.

Muppet Show - Correm boatos pela Internet de que a Disney estaria planejando um novo filme e uma nova série a ser estrelada pelos bonecos do Muppet Show dos anos 70, Caco, Fozzie e Miss Piggy. Jason Segel, de "How I Met Your Mother", estaria encubido de escrever o roteiro para o cinema, no qual os Muppets organizariam um grande show para salvar o estúdio em que trabalham da falência. Se o filme tiver boa recepitividade, uma nova série seria produzida. O personagem Caco o Sapo surgiu no programa Vila Sésamo ganhando sua própria série com "O Muppet Show" nos anos 70. Nos anos 90, retornaram com um formato de Talk Show e bastidores com o program "Muppets Tonight". No Brasil, a primeira temporada da série já foi lançada em DVD.

ABC - Steven Levitan e Christopher Lloyd, produtores de "Back To You", estão com um novo projeto para a rede ABC. O piloto, ainda sem título, será uma sitcom que gira em torno das vidas de três famílias americanas sob a perspectiva de um cineasta alemão. Uma família tradicional, uma família composta por um casal gay que adotou um filho do Vietnã, e um casal recém-casado e que tem um filho. O cineasta teria vivido com uma das famílias quando era adolescente, como estudante internacional e, agora, como cineasta, decide fazer um documentáiro sobre a típica família americana. A produção é da Fox.

Harper´s Island - Richard Burgi e Harry Hamlin estão no elenco da série. Não foram divulgados detalhes sobre os personagens. Burgi estrelou "The Sentinnel" nos anos 90. Recentemente foi visto em "24 Horas", primeira temporada, "Point Pleasant" e "Desperate Housewives", na qual interpretou o ex-marido de Susan, Karl. Já Harry Hamlin estrelou a série "Nos Bastidores da Lei/L.A. Law", nos anos 80 e a sitcom "Movie Stars", no final dos anos 90. Recentemente foi visot em "Veronica Mars", como Aaron Echolls.

My Name is Earl - David Arquette, marido de Courtney Cox, faz participação na série. Ele é Johnny, mais um na lista de Earl, que dormiu com sua esposa. No entanto, Johnny sofreu um acidente e perdeu a memória.


Lipstick Jungle - Vanessa Marcil, de "Las Vegas", faz participação na série como uma produtora musical.

Everybody Hates Chris - Tisha Campbell-Martin, de "Eu, a Patroa e as Crianças/My Wife and Kids", terá participações em alguns episódios da série, interpretando uma ex-presidiária que faz amizade com a mãe de Chris.

Fotos Promo: Cenas da 3ª Temporada de Ugly Betty

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Estas são imagens divulgadas do primeiro episódio da terceira temporada de "Ugly Betty". Sob o título de "The Manhattan Project", a sinopse traz Betty tomando uma decisão sobre o rumo que dará em sua vida. Ignacio, seu pai, arranja um emprego em um fast food e as manipulações de Wilhelmina levam Daniel a fazer algumas mudanças em sua vida. A Terceira temporada da série estréia nos EUA em 25 de setembro e trará como convidados Lindsay Lohan, Regis Philbin e Kelly Ripa.
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